Será que a ovodoação é o caminho? | De Mãe para Mãe

Será que a ovodoação é o caminho?

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17 mensagens
Margarida D. -
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Desde 12 Mar 2020

Bom dia meninas,

Após a transferência falhada, com os meus próprios óvulos (e que não cheguei a saber se eram de boa qualidade ou não), acham que a ovodoação com uma dadora mais jovem, pode ser mais eficaz?
Os 38 anos, uma vida saudável ainda que com excesso de peso e baixa reserva ovárica, coisas que não estão a meu favor...

Alguém com o mesmo perfil que eu, que tenha tido uma história positiva?

obrigada e beijinhos

AppleCinnamon -
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Desde 28 Fev 2019

Margarida só tu podes responder a essa questão. Como disseste no outro tópico ainda tens as tentativas do público.
Tenta por as coisas em perspetiva:
- para vocês faz diferença se o oócito é teu ou não?
Se sim:
- Tentar novamente pelo privado, enquanto esperas é uma hipótese?
- Estás disposta a esperar pelo público?
Se não:
- Tens possibilidade para avançar pelo privado?
Se sim ... força Sorriso efetivamente embriões com boa qualidade (não me refiro à classificação, mas à idade e afins) tem maior probabilidade de sucesso, mas será que os teus tem pouca qualidade (será que são euploides?)
Podes sempre ir pelo privado fazer biopsia aos embriões. A questão que se pões é se caso falhar/não forem bons para transferir, tens hipotese para fazer mais um tratamento e ir para a ovodoação?
Infelizmente além de todo o desgaste psicológico o factor financeiro pesa bastante.
Tenta ver fisica, psicologicamente e financeiramente o que achas que podes suportar e força, seja qual for a decisão que te leve ao desejado positivo e colo cheio Sorriso

Diagnóstico de Infertilidade - +/- 2014
Diagnóstico de adenomiose e endometriose - 2019
FIV/ICSI - Junho 2019 sem transferência
TEC - Outubro 2019 - beta 564 🙏🤞🍀

AAMMSS -
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Desde 06 Jan 2023

Depende de n fatores, eu vou seguir para OD pq n posso esperar mais (por causa da idade, mas eu sou mais velha e ja sou mae).
Aparentemente sempre tive baixa reserva, aparece num exame q fiz quando tinha menos de 35... nunca nenhum dos médicos q me viu me alertou para isso. Foi assim q se iniciou a minha consulta de infertilidade, com essa mesma questao, pq mm quando ha indicacaoes q algo possa n estar bem e q 'e preciso acelerar a decisao, ninguem nos diz absolutamente nada.

Se tens baixa reserva, o teus melhores embrioes ja podem ter sido recrutados, sobram os piores, talvez apareça ainda 1 ou outro de qualidade. Mas tambem ha quem tenha uma reserva bastante boa e nao tenha ovulos de qualidade suficiente para gerar um ser humano. Tambem podes ter tudo ok mas um utero hostil. A fertilidade n e' linear Triste e tambem ninguem sabe exactamente tudo o q se passa no corpo da mulher.

como ja sugeriram, faz o q consegues do teu lado (a nivel de exercico e alimentacao) e faz uma ou as tentativas q precisares ou puderes. Mas nao arrastes durante mais de 1-2 anos, pq o tempo passa e por OD nem sempre e' a primeira.

Boa sorte

Ferpa -
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Desde 08 Maio 2022

Boa Tarde Margarida,

Penso que já falámos noutros tópicos.
Eu irei avançar para ovodoação, mas só vocês enquanto casal podem decidir. Eu tentei uma estimulação e em 5 dias de injeções não tive resposta com a medicação. Fiquei de consciência tranquila para avançar para OD.
É um investimento caro e nada é certo, mas iremos seguir esse caminho e agradecer à dadora que nos possa proporcionar esse milagre.
Tenho reserva ovarica baixa, endometriose e em 1 ano a reserva baixou bastante. No meu caso será um milagre engravidar naturalmente ou ter as hormonas tão desreguladas e ter a sorte de engravidar.
Estamos aqui para nos apoiarmos ❤️

Phyllis Novalet -
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Desde 22 Abr 2018

Olá Margarida, eu após 3 FIVs no público com os meus, sem conseguir uma gravidez numa, sem conseguir que nenhum chegasse a dia 5 no segundo, e não obtendo sequer resposta dos ovários no terceiro tratamento, e esgotando as hipóteses que tinha no público, decidimos ir para o privado e partir para ovodoação. O dinheiro que pagamos no privado não quisemos arriscar piorar a minha saúde fazendo mais um tratamento hormonal, tenho endometriose, adenomiose, reserva baixa 0,77 e só um ovário para ajudar. Graças a uma boa dadora, conseguimos 6 embriões e deixei agora a pílula para poder fazer a TEC. Sei que agora é desta 🤞
Sei que ovodoação é um grande passo, mas vi relatos de muitas meninas que só se arrependeram de não terem feito mais cedo. Amam o bebê da mesma maneira como se fosse delas, daí também não ter pensado duas vezes e ter falado com o médico antes mesmo de nós fazerem a proposta da ovodoação. Beijinhos

ASGCL -
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Desde 13 Dez 2022

Olá Margarida.

Eu não estou bem na mesma situação, porque vou fazer uma viagem a solo, mas, com 39 anos fui ao privado fazer uma primeira consulta e deu uma reserva ovárica abaixo da média para a minha idade (0.73), e imediatamente, mesmo antes da segunda consulta, decidi que partiria para ovodoação ou mesmo doação de embriões (uma vez que ia fazer com dador de esperma de qualquer forma).

Mas são decisões muito pessoais.

Para mim faz mais sentido gastar o meu dinheiro num tratamento que tenha uma taxa de sucesso mais alta, do que tentar usar os meus óvulos, que são pouquinhos e, potencialmente, já velhotes, e ainda por cima, sou portadora de uma doença genética que poderia afectar os filhos homens.

A minha médica da IVI ficou surpreendida quando eu lhe disse o que queria fazer, por não ser a reacção normal, mas cada pessoa é uma pessoa e tens de decidir o que é realmente importante para ti e o que também tens possibilidade de fazer, em termos financeiros.

Muito boa sorte!

Lili_Anna -
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Desde 26 Out 2020

Olá Margarida, estive muito relutante em aceitar que OD seria o meu caminho (nosso enquanto casal). Revoltada até. Sentia me “inferior” (uma parvoíce). Mas o desgaste psicológico de abortos sucessivos, depois os constantes negativos, fizeram me decidir por OD e os macaquinhos no sótão desapareceram. Quando tens o colo cheio , o facto do óvulo não ser teu é tão somente um pormenor.
Mas é uma decisão muito pessoal.
Qualquer que seja, boa sorte 🍀

SissiSilva -
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Desde 06 Jun 2021

Creio que não teve malícia ou juízo de valor no seu comentário mas permita-me esclarecer que o bebé por OD É NOSSO. Não o amamos como se fosse nosso; amamo-lo por ser nosso. É o mesmo quando recebemos uma transfusão de sangue ou um transplante de um rim ou coração. Apesar de ter vindo de outra pessoa não deixa de ser nosso.
Sorriso

Phyllis Novalet escreveu:
Olá Margarida, eu após 3 FIVs no público com os meus, sem conseguir uma gravidez numa, sem conseguir que nenhum chegasse a dia 5 no segundo, e não obtendo sequer resposta dos ovários no terceiro tratamento, e esgotando as hipóteses que tinha no público, decidimos ir para o privado e partir para ovodoação. O dinheiro que pagamos no privado não quisemos arriscar piorar a minha saúde fazendo mais um tratamento hormonal, tenho endometriose, adenomiose, reserva baixa 0,77 e só um ovário para ajudar. Graças a uma boa dadora, conseguimos 6 embriões e deixei agora a pílula para poder fazer a TEC. Sei que agora é desta 🤞
Sei que ovodoação é um grande passo, mas vi relatos de muitas meninas que só se arrependeram de não terem feito mais cedo. Amam o bebê da mesma maneira como se fosse delas, daí também não ter pensado duas vezes e ter falado com o médico antes mesmo de nós fazerem a proposta da ovodoação. Beijinhos

6 FIVs
3 Embriões
1 perda gestacional às 8 semanas
Endometriose
1 ovodoação

SissiSilva -
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Desde 06 Jun 2021

OD nem sempre é fácil de aceitar. Quando começamos este processo nem queríamos considerar OD. Tinha uma reserva baixa e de má qualidade. OD era a minha única hipótese viável de ser mãe.
Escrevo esta mensagem com a minha bebé de 4 meses ao meu colo. Não fora o óvulo da dadora ela nunca teria nascido; eu nunca a teria amado, escutado o palrar dela, beijado as bochechas ou sentido o calor que o sorriso dela me traz. Sim, a vida poderia ter-me dado um outro bebé que me fizesse igualmente feliz mas eu faria tudo de novo; passaria pela mesma dor mil vezes só para que no final fosse esta minha filha que eu trouxesse ao mundo.
OD não é o mesmo que adoptar. A única diferença de um óvulo nosso é que o nosso material genético não é passado; mas a nossa epigenetica influencia o bebé também. Admito ter pena de não me poder rever fisicamente nela como o meu marido pode mas mesmo que tivesse o meu adn nunca seria garantido que sairia parecida comigo - ela é claramente 95% pai. E não é esse pensamento que me ocupa os dias mas sim como seremos felizes com a nossa bebé ao nosso lado.
O meu conselho é falar sobre os seus receios com uma psicóloga especialista nesta área. Muitas clínicas têm uma à disposição. Isso a mim ajudou-me muito a ultrapassar os medos iniciais que tinha.
Boa sorte, força e beijinhos.

6 FIVs
3 Embriões
1 perda gestacional às 8 semanas
Endometriose
1 ovodoação

AppleCinnamon -
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Desde 28 Fev 2019

SissiSilva escreveu:
OD nem sempre é fácil de aceitar. Quando começamos este processo nem queríamos considerar OD. Tinha uma reserva baixa e de má qualidade. OD era a minha única hipótese viável de ser mãe.
Escrevo esta mensagem com a minha bebé de 4 meses ao meu colo. Não fora o óvulo da dadora ela nunca teria nascido; eu nunca a teria amado, escutado o palrar dela, beijado as bochechas ou sentido o calor que o sorriso dela me traz. Sim, a vida poderia ter-me dado um outro bebé que me fizesse igualmente feliz mas eu faria tudo de novo; passaria pela mesma dor mil vezes só para que no final fosse esta minha filha que eu trouxesse ao mundo.
OD não é o mesmo que adoptar. A única diferença de um óvulo nosso é que o nosso material genético não é passado; mas a nossa epigenetica influencia o bebé também. Admito ter pena de não me poder rever fisicamente nela como o meu marido pode mas mesmo que tivesse o meu adn nunca seria garantido que sairia parecida comigo - ela é claramente 95% pai. E não é esse pensamento que me ocupa os dias mas sim como seremos felizes com a nossa bebé ao nosso lado.
O meu conselho é falar sobre os seus receios com uma psicóloga especialista nesta área. Muitas clínicas têm uma à disposição. Isso a mim ajudou-me muito a ultrapassar os medos iniciais que tinha.
Boa sorte, força e beijinhos.

Lindo! Tanto amor nestas palavras...os filhos são mesmo uma benção. Que todas consigam ter o colo cheio. A infertilidade é dura, mas dá um sabor tão especial a cada pequena conquista. Muitas felicidades Sissi

Diagnóstico de Infertilidade - +/- 2014
Diagnóstico de adenomiose e endometriose - 2019
FIV/ICSI - Junho 2019 sem transferência
TEC - Outubro 2019 - beta 564 🙏🤞🍀

Phyllis Novalet -
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Desde 22 Abr 2018

SissiSilva escreveu:
Creio que não teve malícia ou juízo de valor no seu comentário mas permita-me esclarecer que o bebé por OD É NOSSO. Não o amamos como se fosse nosso; amamo-lo por ser nosso. É o mesmo quando recebemos uma transfusão de sangue ou um transplante de um rim ou coração. Apesar de ter vindo de outra pessoa não deixa de ser nosso.

Phyllis Novalet escreveu:Olá Margarida, eu após 3 FIVs no público com os meus, sem conseguir uma gravidez numa, sem conseguir que nenhum chegasse a dia 5 no segundo, e não obtendo sequer resposta dos ovários no terceiro tratamento, e esgotando as hipóteses que tinha no público, decidimos ir para o privado e partir para ovodoação. O dinheiro que pagamos no privado não quisemos arriscar piorar a minha saúde fazendo mais um tratamento hormonal, tenho endometriose, adenomiose, reserva baixa 0,77 e só um ovário para ajudar. Graças a uma boa dadora, conseguimos 6 embriões e deixei agora a pílula para poder fazer a TEC. Sei que agora é desta 🤞
Sei que ovodoação é um grande passo, mas vi relatos de muitas meninas que só se arrependeram de não terem feito mais cedo. Amam o bebê da mesma maneira como se fosse delas, daí também não ter pensado duas vezes e ter falado com o médico antes mesmo de nós fazerem a proposta da ovodoação. Beijinhos

Sim claro, foi o que eu quiz dizer 😃

Lili_Anna -
Offline
Desde 26 Out 2020

SissiSilva escreveu:
OD nem sempre é fácil de aceitar. Quando começamos este processo nem queríamos considerar OD. Tinha uma reserva baixa e de má qualidade. OD era a minha única hipótese viável de ser mãe.
Escrevo esta mensagem com a minha bebé de 4 meses ao meu colo. Não fora o óvulo da dadora ela nunca teria nascido; eu nunca a teria amado, escutado o palrar dela, beijado as bochechas ou sentido o calor que o sorriso dela me traz. Sim, a vida poderia ter-me dado um outro bebé que me fizesse igualmente feliz mas eu faria tudo de novo; passaria pela mesma dor mil vezes só para que no final fosse esta minha filha que eu trouxesse ao mundo.
OD não é o mesmo que adoptar. A única diferença de um óvulo nosso é que o nosso material genético não é passado; mas a nossa epigenetica influencia o bebé também. Admito ter pena de não me poder rever fisicamente nela como o meu marido pode mas mesmo que tivesse o meu adn nunca seria garantido que sairia parecida comigo - ela é claramente 95% pai. E não é esse pensamento que me ocupa os dias mas sim como seremos felizes com a nossa bebé ao nosso lado.
O meu conselho é falar sobre os seus receios com uma psicóloga especialista nesta área. Muitas clínicas têm uma à disposição. Isso a mim ajudou-me muito a ultrapassar os medos iniciais que tinha.
Boa sorte, força e beijinhos.

A questão genética é tão relativa, tenho uma filha com ovócito meu de gravidez natural e fisicamente nunca ninguém diria que é minha filha. Nem com boa vontade Sorriso
A epigenetica tem mais “peso “ do que eu imaginava. A minha B, apesar de ser muito parecida com o pai, vê se muito bem que é minha filha. O feitio, os jeitos, as expressões é muito eu.
E temos uma ligação muito cúmplice. Amo ambas exatamente da mesma maneira. E elas são apaixonadas uma pela outra.
Boa sorte a todas 😍

SissiSilva -
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Desde 06 Jun 2021

É verdade Lili_Anna, conheço tantos casos em que a criança nem se parece com nenhum dos pais…

Lili_Anna escreveu:

SissiSilva escreveu:OD nem sempre é fácil de aceitar. Quando começamos este processo nem queríamos considerar OD. Tinha uma reserva baixa e de má qualidade. OD era a minha única hipótese viável de ser mãe.
Escrevo esta mensagem com a minha bebé de 4 meses ao meu colo. Não fora o óvulo da dadora ela nunca teria nascido; eu nunca a teria amado, escutado o palrar dela, beijado as bochechas ou sentido o calor que o sorriso dela me traz. Sim, a vida poderia ter-me dado um outro bebé que me fizesse igualmente feliz mas eu faria tudo de novo; passaria pela mesma dor mil vezes só para que no final fosse esta minha filha que eu trouxesse ao mundo.
OD não é o mesmo que adoptar. A única diferença de um óvulo nosso é que o nosso material genético não é passado; mas a nossa epigenetica influencia o bebé também. Admito ter pena de não me poder rever fisicamente nela como o meu marido pode mas mesmo que tivesse o meu adn nunca seria garantido que sairia parecida comigo - ela é claramente 95% pai. E não é esse pensamento que me ocupa os dias mas sim como seremos felizes com a nossa bebé ao nosso lado.
O meu conselho é falar sobre os seus receios com uma psicóloga especialista nesta área. Muitas clínicas têm uma à disposição. Isso a mim ajudou-me muito a ultrapassar os medos iniciais que tinha.
Boa sorte, força e beijinhos.

A questão genética é tão relativa, tenho uma filha com ovócito meu de gravidez natural e fisicamente nunca ninguém diria que é minha filha. Nem com boa vontade
A epigenetica tem mais “peso “ do que eu imaginava. A minha B, apesar de ser muito parecida com o pai, vê se muito bem que é minha filha. O feitio, os jeitos, as expressões é muito eu.
E temos uma ligação muito cúmplice. Amo ambas exatamente da mesma maneira. E elas são apaixonadas uma pela outra.
Boa sorte a todas 😍

6 FIVs
3 Embriões
1 perda gestacional às 8 semanas
Endometriose
1 ovodoação

Margarida D. -
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Desde 12 Mar 2020

Olá meninas, adorei ler-vos!

Que palavras tão bonitas as vossas, também acho que uma OD não seria um impedimento pois penso que nem sequer ia ter isso em mente, que o óvulo não era meu, estaria cá dentro e cresceria dentro de mim, e como já foi dito aqui as características genéticas vão passando de mãe para o filho.

Fui a uma consulta com o médico, depois da minha gravidez química e senti que quase disse uma barbaridade quando perguntei se OD seria viável.
Disse que deveria tentar novamente com os meus.

Só que isso implica muito dinheiro e probabilidades mais baixas que numa OD certamente.
Os meus embriões eram de boa qualidade, B mas infelizmente só conseguiram dois bons que recebi no dia da transferência. Uma doadora saudável deveria ter mais, penso eu.

O médico diz para eu fazer a minha parte...perder peso.

Agora ando com medo de fazer isto tudo, e os meus embriões voltarem a falhar novamente...estou mesmo num impasse.

Mas pronto, cá vou focada para a perda de peso, um passo de cada vez...

Phyllis Novalet -
Offline
Desde 22 Abr 2018

Margarida D. escreveu:
Olá meninas, adorei ler-vos!
Que palavras tão bonitas as vossas, também acho que uma OD não seria um impedimento pois penso que nem sequer ia ter isso em mente, que o óvulo não era meu, estaria cá dentro e cresceria dentro de mim, e como já foi dito aqui as características genéticas vão passando de mãe para o filho.
Fui a uma consulta com o médico, depois da minha gravidez química e senti que quase disse uma barbaridade quando perguntei se OD seria viável.
Disse que deveria tentar novamente com os meus.
Só que isso implica muito dinheiro e probabilidades mais baixas que numa OD certamente.
Os meus embriões eram de boa qualidade, B mas infelizmente só conseguiram dois bons que recebi no dia da transferência. Uma doadora saudável deveria ter mais, penso eu.
O médico diz para eu fazer a minha parte...perder peso.
Agora ando com medo de fazer isto tudo, e os meus embriões voltarem a falhar novamente...estou mesmo num impasse.
Mas pronto, cá vou focada para a perda de peso, um passo de cada vez...

Está muito acima do peso? Eu também foi uma batalha, quando cheguei ao público tinha 104 kg e 1,70 (foi a primeira consulta tive um ano para perder o peso) e cheguei aos 82. Apesar de ainda ter excesso de peso, já me aceitaram

Cátia Jeremias -
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Desde 10 Fev 2023

Não sei se vai ajudar na decisão ou não, mas em relação ã qualidade dos óvulos e de uma dadora saudável ter melhores resultados, talvez nem tudo seja tão linear... tenho 31, tinha 30 e uma reserva ovárica de 2,6 no início dos meus tratamentos, fiz inseminações e até respondi bem, mas nc resultaram em gravidez, quando passei para as FIV a minha reserva ovárica tinha descido, mas não era considerada baixa, tinha 1,7, contudo os meus ovários não responderam na primeira tentativa, e na segunda só consegui quatro óvulos, só 3 fecundaram e só um embrião sobreviveu, teve de ser implantado a D3 com medo que se esperassem tbm não sobrevivesse, dos 3 iniciais só esse foi de boa qualidade. Só tinha 30 anos, uma reserva ovárica não má, não fumo, não bebo, tenho peso adequado para idade e não tenho doenças... Na infertilidade ser jovem e saudável é suposto ajudar, cmg as médicas ainda não sabem pq não respondo com mais folículos, há coisas que não se entendem ainda... Percebo pq o médico disse para tentar mais uma vez cm os seus, mas só a Margarida pode saber o que é melhor para si em termos psicológico e financeiros....
Desejo lhe muita sorte ❤️

CatarinaBar -
Offline
Desde 20 Fev 2023

Boa tarde,
Venho deixar o meu relato.
Tenho 34 anos, iniciei os tratamentos com 32anos. Aos 31 anos fui operada por Laparoscopia, causa: endometriose (retiraram as minhas duas trompas).
Depois da cirurgia só poderia engravidar por FiV.
1ª tentativa com óvulos próprios. O organismo não correspondeu bem á medicação, Fiz análises e anti mülleriano tinha reduzido após cirurgia 😞....levei cerca de dois meses para decidir e partir para Ovodoação.
Hoje graças a Deus já estou grávida de gêmeos 🙏🙏☺️☺️ Posso-te garantir que não vais lembrar nem fazer distinção, o amor de Mãe é importa.
Boa Sorte e que tudo corra pelo melhor 🍀🍀🙏🙏